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Aliados de ACM Neto voltaram a externar, nos bastidores, preocupação com o comportamento de uma ala da oposição baiana identificada como “brunista”, grupo formado por lideranças políticas mais alinhadas ao prefeito Bruno Reis do que ao próprio ex-prefeito. A avaliação dentro do núcleo netista é de que esse movimento, considerado natural em grupos políticos onde um sucessor ganha protagonismo, já atua com lógica própria e pode influenciar diretamente o desempenho da oposição em 2026.



O receio não é novo. Em 2022, integrantes desse campo já haviam sido alvo de críticas reservadas por conta do baixo engajamento na campanha de Neto, sobretudo no primeiro turno. No segundo turno, a entrada mais intensa de Bruno Reis ajudou a reorganizar a campanha e aproximar novamente os dois lados.

Hoje, interlocutores de Neto avaliam que parte dos brunistas pode repetir uma postura de distanciamento, desta vez com cálculo político mais claro: preservar espaço para que Bruno chegue fortalecido a 2030, quando a sucessão estadual não terá o peso de enfrentar um governador buscando reeleição.

Entre as dezenas de nomes que fazem parte do “brunismo” estão Kiki Bispo, Emerson Penalva, Sidninho, Pedro Tavares, Robinho e a vice-prefeita Ana Paula Matos. Todos mantêm relação direta com o prefeito e são vistos dentro da oposição como peças centrais na consolidação de um grupo que, embora permaneça sob o guarda-chuva político de Neto, já demonstra identidade própria.



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Resumo das Políticas

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