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Foto: Marcos Corrêa/PR

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, a prisão de Lula no âmbito da Lava Jato não o retirou do centro da política nacional. Detido na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, o petista ficou afastado do convívio social, mas manteve forte presença no noticiário e influência direta sobre o PT. Durante 580 dias de prisão, recebeu 572 visitas, o que garantiu a circulação constante de aliados e emissários responsáveis por sustentar sua relevância política.



Agora, Jair Bolsonaro segue o mesmo caminho. Condenado por golpe de Estado e recolhido à carceragem da Polícia Federal em Brasília, o ex-presidente tem adotado estratégia semelhante à de Lula para não sair de cena. Mesmo sem se pronunciar publicamente, Bolsonaro permanece em evidência por meio das visitas frequentes e da atuação política de aliados e familiares, mantendo seu nome diariamente em destaque no debate nacional.

Ainda segundo a publicação, em pouco mais de dois meses de prisão, Bolsonaro recebeu visitas dos filhos, advogados, aliados e pessoas próximas. Por intermédio da defesa, passou a apresentar sucessivas reclamações sobre as condições da carceragem, como barulho e problemas estruturais, até conseguir ser transferido. Assim como ocorreu com Lula, a movimentação reforça o uso do cárcere como instrumento para preservar capital político e influência, mesmo em situação de condenação e isolamento formal.



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