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Os condenados pelo homicídio da vereadora Marielle Franco continuam recebendo vencimentos custeados pelo poder público mesmo após as prisões. Levantamento divulgado pela CBN aponta que, desde março de 2024, quatro réus somaram ao menos R$ 3,8 milhões em remunerações.



Entre os que permanecem na folha de pagamento estão Domingos Brazão e Chiquinho Brazão, apontados como mandantes do crime, além do delegado Rivaldo Barbosa e do major da Polícia Militar Ronald Paulo Alves Pereira.

Segundo os dados, Domingos Brazão recebeu mais de R$ 1 milhão no período, mesmo afastado do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro por decisões judiciais. Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil fluminense, acumulou cerca de R$ 1,3 milhão em salários brutos, mantendo o vínculo como servidor afastado.

Ronald Pereira, preso desde 2019 e também condenado por outros crimes, continua com remuneração mensal bruta em torno de R$ 29 mil, totalizando aproximadamente R$ 743 mil desde março de 2024. Já Chiquinho Brazão recebeu cerca de R$ 572 mil da Camara dos Deputados até a perda do mandato, oficializada em abril de 2025.



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