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Ascom / Prefeitura

A utilização de uma declaração do ator Wagner Moura por ACM Neto, vice-presidente do União Brasil, gerou reação imediata no PT baiano. O deputado estadual Marcelino Galo acusou o oposicionista de distorcer o conteúdo para atacar o governador Jerônimo Rodrigues e classificou a iniciativa como oportunismo político. Ele questionou ainda a legitimidade de inserir o nome do artista em embates partidários.



Segundo Galo, a manifestação pública de Moura foi retirada de contexto e reposicionada com finalidade política. O parlamentar afirmou que, em vez de reconhecer a projeção internacional do ator, a oposição teria optado por instrumentalizar a fala para desgastar a gestão estadual. “O episódio evidencia uma prática recorrente de uso seletivo de declarações alheias para fins de ataque político”, disse o deputado, acrescentando que a estratégia ignora o conteúdo original e cria enquadramentos convenientes.

O petista também mencionou episódios anteriores em que Neto teria recorrido a recortes de falas e imagens em situações sensíveis para confrontar adversários. Na avaliação de aliados do governo, a reação busca conter a narrativa e reforçar limites entre o debate político e a exploração de manifestações culturais.

 



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