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Foto: Reprodução/YouTube

A decisão de ACM Neto de não disputar o Governo da Bahia em 2018 tem sido usada como referência direta nas discussões sobre o futuro político de João Campos em Pernambuco. À época, mesmo popular e liderando pesquisas, o então prefeito de Salvador optou por adiar o projeto estadual, avaliando o risco de enfrentar a máquina governista e apostando em uma candidatura futura mais segura.



O movimento, que parecia estratégico, acabou enfraquecendo a base política de ACM Neto. A desistência gerou frustração entre aliados, desarticulou acordos regionais e deixou marcas que se refletiram anos depois, quando ele entrou na disputa de 2022 sem a mesma solidez política, apesar de iniciar a campanha como favorito. O cenário foi colocado pelo portal Jornal do Commercio, de Pernambuco.

Entre aliados de João Campos, a leitura é que Pernambuco apresenta hoje um cenário semelhante. A avaliação é de que uma eventual desistência agora poderia provocar desgaste, desmobilizar a base e comprometer projetos futuros. Por isso, o caso baiano funciona como alerta e reforça a percepção de que Campos já avançou a um ponto em que assumir o risco da candidatura é visto como o caminho mais seguro para preservar seu capital político.



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