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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro recebeu a orientação de aliados para agir com prudência em relação à crise envolvendo o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. A avaliação interna é de que transformar o episódio em confronto direto com a Corte poderia prejudicar a condução da pré-campanha.



Pessoas próximas ao senador afirmam que não há intenção de explorar o caso politicamente nem de elevar o tom contra o Supremo neste momento. O entendimento é que um embate institucional poderia remeter ao período em que Jair Bolsonaro ocupava a Presidência, além de desviar a atenção do desempenho considerado positivo nas pesquisas.

Nos bastidores, a leitura predominante é que eventuais desgastes relacionados a Toffoli tendem a atingir com mais intensidade o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, responsável por sua indicação ao tribunal. O histórico de filiação do ministro ao PT é apontado por aliados como um fator que reforça a associação com o atual governo.

Com desempenho competitivo em levantamentos eleitorais e redução da distância em relação a Lula em alguns cenários, a estratégia traçada por conselheiros é manter o foco em pautas prioritárias ao eleitorado, evitando ampliar conflitos institucionais nesta fase da disputa.



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