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Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, respondeu às declarações do senador Flávio Bolsonaro, que afirmou que irá trabalhar para incluir o chefe da equipe econômica e o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, nas investigações relacionadas à CPI do Banco Master. O parlamentar disse nas redes sociais que o suposto escândalo teria ocorrido sem reação das autoridades econômicas.



Em entrevista à coluna do jornalista Paulo Cappelli, no portal Metrópoles, Haddad afirmou que as irregularidades investigadas são anteriores à atual gestão do Banco Central. Segundo o ministro, os fatos apurados ocorreram em um período que não corresponde ao comando atual da autoridade monetária.

“Logo saberemos debaixo do nariz de quem as fraudes do Banco Master não apenas ocorreram, como foram promovidas.”, disse.

A declaração faz referência ao economista Roberto Campos Neto, que presidiu o Banco Central entre 2019 e 2024. Campos Neto foi indicado ao cargo pelo então presidente Jair Bolsonaro, período em que teriam ocorrido as negociações e operações atualmente investigadas pela Polícia Federal.



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