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O deputado federal eleito Marcelo Nilo (PSB) afirmou, em entrevista a Mário Kertész da Rádio Metrópole hoje (16), que se tornou um político de segundo plano durante a gestão de Rui Costa (PT) no governo do Estado.
O parlamentar disse que outros partidos da base aliados tiveram prioridade, diferente do que ocorreu na gestão de Jaques Wagner (PT).
“Cheguei a ser o político mais forte depois do governador [na gestão de Jaques Wagner]. Com Rui Costa, não. Ele teve uma visão política de prestigiar o PSD e o PP. Que também deu certo. O PSB, Marcelo Nilo e Lídice da Mata ficaram em segundo plano”, declarou.



