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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes estabeleceu prazo de cinco dias para que a Polícia Federal esclareça a reclamação apresentada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre o barulho do ar-condicionado na sala de Estado onde ele está preso. O pedido foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal no dia 2 de janeiro. Na manifestação, os advogados afirmaram que o ambiente não assegura condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde, devido à proximidade com o equipamento instalado do lado de fora da sala.



A defesa solicitou que as autoridades responsáveis pela custódia adotem providências técnicas para corrigir o problema. Entre as alternativas apresentadas estão a instalação de isolamento acústico, a mudança do layout do espaço ou outra solução equivalente que garanta condições adequadas de permanência. “O ambiente atualmente disponibilizado não assegura condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde”, diz o documento.

De acordo com informações do jornal O Globo, a Polícia Federal avalia a instalação de uma barreira em uma das paredes da sala como forma de reduzir o ruído provocado pelo ar-condicionado externo. Outras medidas, como a mudança do equipamento de lugar, a realização de isolamento acústico completo ou a cobertura do aparelho, são consideradas inviáveis.



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