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Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a Brasília e terá de lidar com alterações em sua equipe. Ricardo Lewandowski, titular da Justiça, já havia sinalizado no fim do ano passado que pretende deixar o cargo em janeiro, de preferência até esta semana. Fernando Haddad também manifestou desejo de sair da Fazenda no início do ano, mas indicou que poderia permanecer até fevereiro.
No caso da Justiça, técnicos defendem que Lewandowski permaneça até a votação da PEC da Segurança Pública, ainda em tramitação no Congresso. Interlocutores próximos afirmam que o ministro gostaria de encerrar sua passagem pela pasta durante os atos relacionados ao 8 de janeiro. Secretários já foram informados da decisão e relatam cansaço do titular em lidar com temas sensíveis sem apoio do Planalto, além de críticas à condução da Casa Civil por Rui Costa.
Na Fazenda, a tendência é que o secretário-executivo Dario Durigan assuma o comando após a saída de Haddad. O ministro tem interesse em atuar na coordenação da campanha de reeleição de Lula, embora o partido avalie outros caminhos, como uma candidatura ao governo de São Paulo ou ao Senado. Antes mesmo da saída, mudanças já ocorreram na pasta, como a saída de Marcos Barbosa Pinto da secretaria de Reformas Econômicas, anunciada em novembro.



