Política ao Vivo. Siga a gente no Instagram: @politicaaovivo

Foto: Vinícius Magalhães

O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, destacou que a eleição geral de 2026 é a prioridade total do partido e que todos os esforços estão voltados para reeleger o presidente Lula, o governador Jerônimo Rodrigues e aumentar as bancadas estadual e federal de todo o grupo governista, mas ao ser questionado durante o programa Político ao Vivo sobre o cenário da eleição em Salvador, em 2028, se havia um nome natural do grupo para disputar as eleições de 2028, o dirigente petista respondeu que, a depender da decisão do grupo, não descarta ser um possível candidato.



“Trato com muita responsabilidade e maturidade essa coisa de candidatura. A gente tem que pensar a eleição de Salvador com a responsabilidade que Salvador tem. Com importância histórica, política e social para o nosso país, além de ser a capital do estado da Bahia, é uma referência para a política nacional. Não há candidatura natural do PT, a gente não tem debatido isso ainda, mas chegará o momento certo dessa discussão”, destacou.

O secretário de Comunicação disse que não tem nenhum “fetiche” de ser candidato, revelou que já foi convidado e provocado para ser um nome tanto para chapas majoritárias quanto para deputado. “As candidaturas que enfrentei foram internas no PT, fui candidato a secretário de juventude do PT e candidato à presidência do PT, vencendo as eleições com 60% dos votos. Fiquei muito feliz e me dediquei com muito amor e orgulho na presidência do PT Bahia”, disse o petista.

Éden acrescentou que colaborou com o PT em outras funções, no movimento social, na UNE, no movimento estudantil, nos governos, na presidência no governo Dilma Rousseff, e agora está cumprindo a importante e desafiadora função como dirigente nacional do PT. “Não está nos meus planos, mas o futuro a Deus pertence e, no meu caso, meu futuro político depende da construção coletiva do PT. Sei que eu serei adversário, oposição a esse modo de fazer política do carlismo, de ACM Neto de Bruno Reis. Então, no PT, no Governo ou como candidato, sempre estarei contra o Carlismo de ACM Neto”, disse, ao concluir: “Farei oposição a esse modo de fazer política, essa tentativa de reacender na Bahia a chama do carlismo, essa tentativa de trazer de volta à Bahia para o passado do mandonismo, onde havia um chefe e todo resto tinha que obedecer. A Bahia não quer mais isso”.



Deixe sua opinião

Resumo das Políticas

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.