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O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, defendeu o fim da escala 6×1 no Brasil, mas condicionou a medida a um período de transição. Em entrevista ao BNews nesta terça-feira (14), Neto afirmou que a atual jornada de 44 horas semanais é “muito pesada” e precisa ser reduzida. “Discutir uma transição, pode ser razoável. Eu acho que 44 horas semanais é muito pesado, tem que ter redução de jornada, e tem que ter flexibilização da jornada”, disse.



A questão da transição é justamente o principal impasse do debate. Neto não explicou qual seria o modelo ideal, nem quanto tempo essa mudança deveria durar. A indefinição aproxima seu discurso da proposta defendida por setores do Centrão, que querem um prazo de até cinco anos para o fim gradual da escala 6×1.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva resiste a esse formato por avaliar que uma transição longa pode acabar enfraquecendo ou até inviabilizando o projeto ao longo do tempo. Nesta segunda-feira (13), Lula assinou atos prevendo a redução da jornada para 40 horas semanais de trabalhadores terceirizados que prestam serviço ao governo federal.



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