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O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, reagiu nesta quinta-feira (13) à possibilidade de ACM Neto (União Brasil) recorrer à Justiça contra a concessionária responsável pela ponte Salvador-Itaparica. A medida seria motivada por uma suposta violação relacionada à propaganda.
Loyola classificou uma eventual ação judicial como “inócua” e afirmou que o grande número de obras em andamento no estado poderia abrir espaço para novos questionamentos semelhantes. Para o secretário, a iniciativa não teria efeito sobre o andamento dos projetos.
O titular da Serin também criticou a postura de ACM Neto e afirmou que o ex-prefeito de Salvador estaria tentando construir uma narrativa em torno de obras que ainda estão em fase de execução. Segundo Loyola, projetos em andamento não deveriam ser tratados como obras concluídas.
“Se ele quiser entrar a ação, vai ter que entrar com muita ação, porque a gente tem muita obra. E não é uma obra estruturante que muda a vida dos baianos e das baianas. Quem governou a Bahia por 500 anos quer agora impedir e tentar fazer narrativas falsas de obras que estão em andamento.”, iniciou.
“Então, a ele, lamento, só basta ele chorar e entrar na justiça contra a propaganda, contra a concessionária. Que simplesmente é a maior empresa de pontes desse tamanho do mundo.”, disse.



