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Passados 20 dias desde a repercussão do caso, a denúncia envolvendo o prefeito de Xique-Xique, Renan Pinto Dantas Braga, conhecido como Renanzinho (MDB), segue sob apuração pelas autoridades. A investigação tramita sob responsabilidade da Polícia Civil da Bahia, enquanto o processo judicial corre em segredo de Justiça.
O caso veio à tona após a concessão de medidas protetivas de urgência com base na Lei Maria da Penha, motivadas por acusações de violência física e verbal feitas por uma mulher de 27 anos. Segundo o relato, ela apresentou escoriações e marcas de mordidas, além de ter apontado ameaças supostamente feitas pelo gestor, incluindo frases como “quero te matar”. O prefeito nega as acusações.
A decisão judicial determinou o afastamento e a proibição de contato entre as partes, estabelecendo uma distância mínima de 300 metros, além de impedir qualquer tipo de comunicação ou convivência. O descumprimento das medidas pode resultar em prisão preventiva, conforme previsto na legislação.
Em meio à repercussão, a vítima também afirmou que estaria sendo alvo de ataques nas redes sociais e alegou que servidores públicos teriam sido coagidos a publicar conteúdos contra ela, o que foi negado pela defesa do prefeito. O caso segue sendo investigado, sem conclusão oficial até o momento.



