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Foto: Reprodução/YouTube

Uma mulher que trabalhou durante a campanha do candidato derrotado ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), em Feira de Santana, publicou vídeos nas redes sociais relatando irregularidades nas condições de trabalho. Entre as queixas estão jornadas prolongadas, desvio de função e pagamento inferior ao valor que teria sido inicialmente acordado.



De acordo com a trabalhadora, a negociação teria sido feita com Matheus Pinheiro, apontado como assessor pessoal do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil). Ela afirma que recebeu R$ 500 inicialmente e cumpria expediente das 8h às 19h.

A mulher também relatou que, nos últimos 15 dias da campanha, a jornada teria sido ampliada por determinação de Matheus, passando a se estender até as 22h. Segundo ela, as atividades incluíam deslocamentos para distritos, participação em reuniões e até o descarregamento de caminhões que, conforme seu relato, não faziam parte do trabalho inicialmente combinado.

“Eu recebi um valor de R$ 500 reais. Eu trabalhava de 8h da manhã até as 19h. Depois, faltando 15 dias para o final da eleição, dentro do comité de ACM Neto, ele [Matheus] falou que a gente tinha que trabalhar de 8h da mnanhã até as 22h. A gente ia pra distrito, ia pra reunião, descarregava caminhão. Eu trabalhei o mês todo pra ganhar R$ 1000 reais.”, disse.



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