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A denúncia de assédio moral contra uma profissional da campanha de ACM Neto (União Brasil), seguida da saída coletiva de integrantes da produção, acrescenta um novo episódio ao histórico de conflitos e acusações de desrespeito a mulheres envolvendo o candidato. A funcionária teria sido alvo de gritos de um chefe da equipe subordinado a Neto, deixou a campanha, foi chamada de volta pela coordenação e acabou dispensada pelo mesmo superior. Colegas protestaram e também deixaram o comitê.
Um dos antecedentes mais graves foi relatado por Mônica Iozzi. Em 2017, a atriz e humorista afirmou ter sofrido assédio de ACM quando trabalhava como repórter do CQC, da Band. Segundo Iozzi, o episódio ocorreu em 2010, no Congresso Nacional, quando ele era deputado federal.
Iozzi contou que ACM segurou sua cintura durante uma entrevista. Disse que afastou a mão dele e protestou. Segundo a atriz, o então deputado respondeu que tentava deixá-la “mais à vontade”. Ela rebateu perguntando se ele faria o mesmo com Danilo Gentili, também integrante do CQC.
A campanha de ACM Neto, procurada pelo Política ao Vivo, ainda não se manifestou sobre o assunto. Tão logo o faça, a matéria será atualizada.



