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Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), usou suas redes sociais para justificar sua recusa ao apoio da Polícia Federal (PL) em sua segurança durante o processo eleitoral.
Para o parlamentar existe a possibilidade de agentes serem colocados em sua campanha com outra finalidade. “Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”, publicou neste domingo, 19.
Flávio Bolsonaro também associou a recusa diante da falta de efetivo alegada pela Polícia Federal por conta do atraso na análise de materiais relacionados às investigações sobre o esquema de descontos indevidos em benefícios previdenciários.
“Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS”, comentou.
Serão destinados R$ 95 milhões à operação, que poderá mobilizar até 458 agentes e atender simultaneamente a 10 candidaturas. Os grupos que irão garantir a segurança dos candidatos são compostos por delegados, agentes e escrivães especializados na segurança de autoridades.
Segundo a Diretoria de Proteção à Pessoa da PF, mais de 600 profissionais foram capacitados entre 2025 e 2026 para atuar na segurança dos candidatos. Destes, até 458 servidores serão recrutados.



