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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não pretende convidar o seu irmão e ex-deputado, Eduardo Bolsonaro, para assumir o Ministério das Relações Exteriores em um eventual governo, segundo relatos de aliados próximos.
Em um encontro recente com empresários em Brasília, críticas à política externa do governo Lula (PT) deram lugar a questionamentos sobre um possível papel de Eduardo em um futuro governo do PL. A hipótese de sua indicação para o cargo foi rejeitada de forma unânime pelos presentes, que demonstraram resistência ao nome. A informação é da CNN Brasil.
Entre as preocupações levantadas estão a associação do deputado licenciado a posições ideológicas mais duras no cenário internacional, além do envolvimento em pautas de costumes, consideradas pouco alinhadas aos interesses do setor produtivo.
Porém, de acordo com interlocutores, Flávio pretende reconhecer a atuação do irmão na articulação internacional, mas deve priorizar a diplomacia de carreira no comando do ministério.
A possibilidade mais cogitada seria a indicação de Eduardo para uma função nos Estados Unidos, com papel de apoio e interlocução, sem protagonismo na política externa.



