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Foto: Divulgação

Lideranças do PP na Bahia estão insatisfeitas com os resultados da aliança firmada com o União Brasil, comandado no estado por ACM Neto. Segundo informações da coluna Metropolítica, do site Metro1, integrantes da legenda avaliam que o partido saiu enfraquecido das eleições de 2026, após apostar na candidatura de Neto, derrotado pela segunda vez consecutiva pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). O sentimento entre os pepistas é de que a parceria trouxe mais prejuízos do que benefícios.



Os números ajudam a explicar a insatisfação. Em 2022, o PP elegeu quatro deputados federais, mas perdeu Netto Carletto e Mário Negromonte Júnior, que deixaram a legenda após a aproximação com ACM Neto e conseguiram se reeleger por outras siglas. Cacá Leão também não conseguiu conquistar a vaga anteriormente ocupada pelo pai, João Leão. Na Assembleia Legislativa, a bancada caiu de seis para apenas três deputados. “Fica claro que só fizemos perder musculatura quando decidimos nos juntar ao União Brasil”, afirmou uma liderança do partido à Metropolítica.

Além das perdas eleitorais, dirigentes reclamam da falta de espaço político. Antes da aliança com Neto, o PP ocupava cargos importantes no governo estadual. Agora, segundo os relatos, não possui influência significativa nem na gestão de Jerônimo Rodrigues nem na Prefeitura de Salvador, comandada por Bruno Reis. “Acabamos morrendo na praia duas vezes e saímos muito menores do que entramos depois dessa aliança”, declarou um deputado da legenda, referindo-se às derrotas de ACM Neto na Bahia e de Flávio Bolsonaro para Lula na disputa presidencial.



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Resumo das Políticas

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