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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), também teve o nome incluído em um pedido de medidas feito pela Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean. No ano passado, a PF solicitou seu afastamento do cargo e uma busca e apreensão, segundo reportagem do UOL. O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou as medidas por considerar que não havia elementos suficientes para afastar o prefeito.



A reportagem aponta que em 2025 Bruno morava em um apartamento de Samuel Franco, conhecido como Samuca, empresário ligado a Marcos Moura, o “rei do lixo”. Segundo o Metrópoles, Samuca bancou o imóvel no condomínio Bay View, em Salvador. A decisão que negou o pedido da PF não representa uma conclusão sobre os demais fatos investigados na operação.

Há algumas semanas, a décima fase da Overclean cumpriu 24 mandados de busca e apreensão em seis estados. A investigação apura suspeitas de fraudes em contratos públicos, inclusive na área de educação em Belo Horizonte. A PF também havia pedido busca e apreensão contra ACM Neto, aliado e antecessor de Bruno na Prefeitura de Salvador, mas Nunes Marques negou a medida.

ACM Neto afirmou que não tem relação com os fatos investigados e atribuiu a divulgação do caso a uma tentativa de interferir nas eleições. A reportagem do UOL reproduzida nesta matéria não traz manifestação de Bruno Reis sobre o pedido de afastamento e busca feito contra ele.



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Resumo das Políticas

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