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Após o voto do deputado Otto Filho contra a Medida Provisória 1031/21, que viabiliza a desestatização da Eletrobras, o vereador Alexandre Aleluia criticou o deputado e seu pai, o senador Otto Alencar, e os acusou de “vestir camisa de sindicalista” para serem aceitos pelo PT.



Especula-se que o voto de Otto Filho seja porque seu pais deve disputar, em 2022, a eleição majoritária pela chapa do PT, partido que defende muito as estatais.

Alexandre então acusou o senador de forjar uma imagem de defensor sindicalista apenas para ser aceito na chapa do PT.

“O Senador Otto tem que se vestir de sindicalista para poder entrar na chapa majoritária. Perfil de socialista defensor de estatal nem combina com ele ou com Otto Filho. Discurso velho que por anos só fez atrasar a Bahia”, disse Alexandre.

Deputados como Elmar Nascimento também se indignaram com o voto de Otto Filho, já que a MP permitiria uma espécie de revitalização do Rio São Francisco, projeto do qual o senador Otto Alencar é ferrenho defensor.

No projeto, a MP determina para a revitalização das bacias dos rios São Francisco e Parnaíba um aporte de total de R$ 350 milhões ao ano, corrigido pelo IPCA, para projetos de aumento da recarga do rio por meio das vazões dos afluentes e para projetos de flexibilidade de operação dos reservatórios. A Medida Provisória também prevê usinas da Eletrobras na região façam o contrato com o operador do projeto de integração das bacias do rio São Francisco com as do Nordeste Setentrional para disponibilizar um montante médio anual de 85 MW por 20 anos ao preço de R$ 80,00/MWh corrigido pelo IPCA.



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