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Os peritos Ricardo Campos Barcellos e Gabriela Graça Pinto, que assinam a segunda autópsia do corpo do ex-policial e miliciano Adriano da Nóbrega, amigo da família Bolsonaro, não descartaram que ele pode ter sido torturado antes de ter morrido em confronto com a polícia baiana, em fevereiro, no município de Esplanada.
Isso porque há dois ferimentos no corpo: um na cabeça, de 34 milímetros, feito em vida, e outro no peito, a que os peritos não souberam precisar se foi feito em vida.
Há a hipótese de que tenha sido provocado pelo cano quente de fuzil. Adriano não tinha lesões nas palmas das mãos, na região sexual, na boca ou membros superiores e inferiores.
Os peritos também não conseguiram responder sobre a distância do tiro que matou Adriano. As informações são do G1.




